Orquídea natural que és, lado obscuro que procuro em ti.
Diferença que marca nota da beleza azul;
Púrpura elegante que traduz brilho enorme produz.
Transformação total, em ti já não revejo querer.
Desgaste, braços caídos, tropeço inebriado, vagueio reduzido.
Picado preciso ser, que obtuso estou,
deixando em leveza meu espírito voar noutra direcção.
Novas vidas, imensas virtudes, belezas raras a tratar,
necessitam espaço para acasalar.
Abaixo barreiras redundantes merecedoras de desprezo.
Trabalho mental de brilho profano, se reparo, existe e necessário.
Voa, voa por puro prazer, sob pena de morrer mirrado,
velho, rabudento e cansado, de ser.
Manuel Joaquim
4.04.2005
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