Que é deles, onde andam, ocupadas criaturas
sem culpa por nada acontecer.
Eu, tu, nós, vós e eles,
que nada produzimos, neste espaço.
Valor se perde, para nós, quiçá para eles,
se motivo transcende do que fazemos.
Leve ou arisco, complicado, previsto,
pena mexe-te que encanto crias.
Enorme ou menor, melhor será que parada não repouses.
Letras ou imagens quais, servem propósito tal
a que lançados ficamos obrigados, por nada.
Manuel Joaquim
4.03.2005
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