Caros Senhores,
Custe o que custar e doia a quem doer, sinto-me impelido a transformar o meu pensar em escrita de se ver.
Nem passava de ano e dia quando o senhor Rogério me carimbou de sócio dos Dragões. Tirando a minha tia Aurora que se lembrou de afrontar o cunhado, tentando levar-me para o Boavista, coisa de brinca, sempre fui - e deve ser difícil mudar - Dragão.
Porquê tanta treta? Por causa do Senhor Costa que diz, hoje, no jornal O Jogo, que a culpa da maioria absoluta é do Rio.
Não é não! Está o Senhor Costa muito enganado! o Rio é do Porto e a maioria absoluta é de Portugal. Não se confundam as coisas - o que é seu a seu dono.
A mim nem me aquece nem me arrefece o problema, porque não sou mesmo nada ao Senhor Rio, arrefece-me é a atitude. Não seria bem mais importante que o Senhor Costa, que tem um lugar muito importante, no meu entender de Dragonista, a conduzir a nossa equipa, que não tem estado no seu melhor e até nem sei bem de quem é a culpa, mas minha não parece ser, se preocupasse com a próxima Quarta-Feira e deixasse, de momento, o Senhor da Câmara.
É bem mais importante controlar a postura de alguns jogadores e o seu rendimento, não dar cobertura a alguns excessos e provar a todos que não devemos ao fisco, do que pensar, neste momento, no Senhor Rio.
Teremos, a breve prazo, ocasião de ajustar contas e aí sim, defendamos a nossa honra.
Sem fel, nem mel é só um pequeno desabafo. Gosto do Dragão limpo e de vencer.
Manuel Joaquim
2.22.2005
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