2.20.2005

Viva o Águia Douro...

Obrigado pelo toque memorial, que é muito importante para o Futuro.

Existe uma única forma de construir equilibradamente, é mantendo sempre presente o passado. Não para nos atrasar a vida, nem para fazer cópias, mas sim, para nos lembrarmos de como fazer melhor. Só a experiência nos permite voar alto sem cair.

Sem lamechas, há que recordar o velho Águia. Aquela fachada que, no seu estilo, era lindíssima.

Imaginem o que seria se a Praça da Batalha se tornasse numa praça cultural, transformando, por adaptação, tanto o Àguia, como o edifício do "Inatel" - não era este o nome verdadeiro - que lhe está adjacente, o Batalha e até os Correios (assim lhe chamavamos), em locais de cinema, teatro, música e tudo o que a imaginação permitisse. O São João já lá está. Era só recupar o Java, o Tropical e pouco mais. Só Hóteis são dois, e pensões - que se poderiam transformar para gatas finas (é mais elegante), também já as há, e mais ainda, até o Terço poderia passar a mini hospital e muito mais seria permitido realizar.

É demais não é? Estes sonhos até fazem mal à moleirinha. Era muito chato que depois viessem aqueles senhores estrangeiros, que andaram por aí há tempos, atrás da Ópera dos Malandros ou da 5.ª Sinfonia de Senhor Beethoven, tocada pela orquestra não sei das quantas, ou da Senhora Maria João Pires, ou até para o Fantas, etc.. Era muito chato e eu não estou para isso!!!
Manuel Joaquim

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