Não é justo pensarem que a estas horas estou capaz de dar resposta. Mas a verdade, é que vi o tal sujeito de camisa cinza, sem gravata. Possivelmente a mãe dele, que é diferente da minha, não insistiu - com duas gravatas na mão - que ele colocasse pelo menos uma. Enfim, cada um tem a sua.
O outro fez-me lembrar aqueles Portugueses que, bem vestidos, falam tão bem que não precisam de trabalhar. O discurso é simples mas incisivo. Não tem que se preocupar porque Nós Oferecemos-lhe oito dias em qualquer lugar à sua escolha. Não estamos aqui para enganar ninguém.
O terceiro, um pouco afónico, estava apagado, mas já o conhecemos dos últimos seis meses. É verdade.
Há um que saiu atónito... afónico - é parecido são ambas as palavras acentuadas na antepenúltima sílaba.
Estavam distraídos, porque ainda havia um último. Pessoa distinta no seu fato castanho - era, não era!!! - não vi muito bem. Porquê tudo isto?
Estou farto, muito farto, de ouvir que o afónico (só porque estava apagado - não era o outro que teve que ir embora), está sempre a dizer que o defeito é do que saiu a meio, e talvez tenha razão (quem sou eu para duvidar das palavras dele?). Mas o meu problema mantém-se. Quem mandou ultimamente?
Antes, e depois, estamos muito perecidos. De marcha atrás, ou para a frente, continuo a sentir que a velocidade é tamanha que, virado ao invés, chegaria tarde mas chegaria.
Assim vou chegar um dia. Infelizmente tarde e a más horas.
Espero chegar em Portugal a bem da Minha Nação que tambem é vossa.
Manuel Joaquim
2.17.2005
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1 comentário:
Admiro-te a paciência por tentares perceber se haveria alguma possibilidade de retirar um ideia que fosse do deserto que campeia pelas palavras que mais sentido não têm do que o de pedir encarecidamente que lhes dêem um tacho. Ainda por cima, estava calado o único que provavelmente poderia falar sem compromissos, porque os deles ficaram soterrados quando da queda do muro. Vale a pena ler a entrevista que deu ao Público na passada quarta-feira. Há por ali algo de novo e interessante. Não percam...
Fernando, um dos mecos
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