

... tinha coisas muito boas, que mexem com a nostalgia do Manuel (o Joaquim, não o Oliveira, que se escreve Manoel, o culpado do cartaz acima), certo na crítica à desertificação. Apesar das cores cinzentas, imagem de marca das pedras da cidade, a vida pulsava nas ruas ou simples vielas, porque as casas estavam habitadas, os cafés tinham clientes à noite e as crianças inventavam espaços para brincar.
Fernando Rogério
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